terça-feira, 27 de janeiro de 2015


FUI CONDENADO

Minha poesia calou
quando te vi
Teu rosto, teus cabelos, teu sorriso contido e tímido
Teu corpo
Eu que não sei fazer poemas de amor e paixão
Poeta da ilusão
Emudeci de palavras
Agora não sei o que fazer
Passo os dias e as noites pensando em você
Condenado,
fui perpetuamente condenado,
a nunca mais te esquecer
Poeta da ilusão que sou
Condenado a fazer um poema de paixão e amor

/pco
25.01.2015