quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

UMA LIÇÃO DE POESIA, UMA LIÇÃO DE MORAL

- Alexandre O'Neill

A memória de Paul Éluard

Estudaste a bondade aprendeste a alegria 
Iluminaste a noite com a estrela 
E o desejo com a necessidade
Comunicativo bom inteligente 
Soubeste sofrer sem destruir a vida 
Sem chamar pela morte
Soubeste vencer o íntimo lazer 
As absurdas manias que a solidão instala 
No coração virado na cabeça perdida
Soubeste mostrar o rnais secreto amor 
Numa alegria feroz perfeita pública 
Capaz de provocar o ódio e a ternura
Em todas as frentes que por ti passavam 
Contra-atacaste repelindo o mal 
Com pesadas perdas para o inimigo
E na miséria que subia aos rostos 
Puseste a nu a resistência a esperança 
E um futuro sorriso
Enquanto velhas feridas se fechavam 
Tua poesia abriu-se e hoje é comum 
E transparente como os olhos das crianças
Hoje é o pão o sangue e o direito à esperança 
À esperança que é «um boi a lavrar um campo» 
E que é «um facho a lavrar o olhar»
Andaste triste mas não foste a tristeza 
Sofreste muito mas não foste a dor 
Amaste imenso e eras o amor
Cantaste a beleza proferiste a verdade 
Encontraste não uma mas a razão de ser 
Compreendeste a palavra felicidade
E numa extrema juventude e sob o peso 
Precioso da simplicidade 
Tudo disseste
Disseste o que devias dizer.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

QUANTAS VEZES O MUNDO VAI ACABAR?

Penso que só nós, humanos, podemos contar uma história que começa assim: "Foi logo depois que o mundo acabou. As águas baixaram, a enorme arca encalhou no flanco de uma planície e a vida rotineira recomeçou com suas esperanças de sempre, inclusive a de poder, um dia, terminar..." 

A arca de Noé não era um Titanic, embora o Titanic tivesse uma inconfundível inspiração mitológica. Mas o Titanic, aquele navio inafundável, fabricado com a certeza da ciência, submergiu. Enquanto a Arca — construída na base da fé — não soçobrou. Por outro lado, o Titanic levava milionários num passeio luxuoso e imigrantes pobres que iam "fazer a América" naqueles velhos tempos que ela ainda podia ser feita. 

É claro que ambos os navios tinham um povo escolhido que sobreviveria. No caso do Titanic, testemunhamos a sobrevivência habitual dos milionários e dos espertos. Os de terceira classe morreram tão escandalosamente que as regras foram drasticamente modificadas. O Titanic e a Arca de Noé representam, cada qual a seu modo, um fim de mundo. 

A Arca, porém, como um instrumento de salvação, não podia afundar. Ela corrigia erros. Foi uma advertência e um recall do Criador para a humanidade. Os filhos de Adão e Eva, híbridos de barro, carne, osso, sopro divino e bestialidade não iam dar certo. Para quem vive querendo começar a vida; para quem tem arrependimentos intransponíveis e gostaria de zerar sua existência, a passagem bíblica oferece um conforto: até mesmo o Criador — onisciente, onipotente e onipresente — teve seus momentos de dúvida. Valeu a pena criar um intermediário, um ser entre os animais e os anjos? 

Não sabemos. O que se conhece, entretanto, é que sempre há um grupo que se imagina escolhido e, volta e meia, diz que o mundo vai acabar. Os eleitos são salvos por alguma Arca de Noé ou foguete intergaláctico como nos velhos e esquecidos contos de Isaac Asimov e de Ray Bradbury. São os escolhidos que dão testemunho de como o mundo acabou e — graças a um profeta — foi refeito na esperança de um aperfeiçoamento moral que custa e, às vezes, chega. 

No fundo, como diz a Dra. Camélia, uma psicanalista admiradora de antropologia, esses mitos não falam apenas do fim do mundo, falam — isso sim — da imortalidade dos eleitos. Daqueles que estão além do mundo porque seguiram regras morais mais fortes que o próprio mundo — esse planeta que, no fundo, é frágil e terminal se não segue algum mandamento. 

Vi o mundo acabar muitas vezes, disse o professor. Primeiro pela água, depois pelo fogo, depois pelas bombas atômicas do Dr. Strangelove. De 1000 passarás, mas a 2000 não chegarás! Estávamos em 1948 e faltava tanto para o 2000 que eu me perdi. Afinal, havia muitas coisas mais importantes para pensar e fazer do que me preparar para o fim do mundo. E, no entanto, essa década de 2000 foi clara na demonstração de que eu era mais um náufrago, a ser salvo pela paciência e pela generosa ternura humana. 

Por que será que, mesmo nestes tempos de utilitarismo racional e de realismo capitalista, tanta gente ainda acredita no fim do mundo? 

Porque eles vão realizar uma façanha e tanto: vão sobreviver ao planeta e sentir aquela onipotência apocalítica típica dos dos milenaristas. Mas, tirando as fantasias, o mito do fim do mundo revela também uma insatisfação permanente com a vida, tal como a experimentamos: com suas imperfeições, traições, picuinhas, faltas e covardias: com a impossibilidade de seguir os ideais. Quem sabe, diz esse mito de fim de mundo, um dia tudo isso vai mudar e a vida neste mundo será justa e perfeita promovendo, enfim, o encontro da teoria com a prática? 

No fundo, o ocidente progressista e capitalista que acumula cada vez mais dinheiro sempre foi tributário soluções finais para a vida. 

Outros povos se satisfazem em aceitar o que reconhecem como parte e parcela de contradições impossíveis de escapar quando se vive em coletividade. Mas nós, crentes no desenvolvimento da espécie e nos estágios evolutivos, tendemos a confundir progresso técnico com avanço moral e pensamos que nossas bombas atômicas são superiores aos arcos e flechas dos nossos irmãos selvagens. 

Neste sentido, o mito do fim do mundo seria também uma advertência ao nosso estilo de vida fundado num consumo e numa sofreguidão inesgotáveis. Um modo de dispor do planeta e dos seus recursos que impedem o seu reconhecimento humano. 

Essa, penso, seria o centro dessa última onda de fim de mundo que acaba de passar. Um retorno apocalítico da totalidade num universo marcado por uma cosmologia brutalmente individualista. 

Mal o professor pronunciou essas palavras e logo um aluno levantou a mão e perguntou: mas isso é mito ou realidade? Afinal, não estamos mesmo chegando ao final de um estilo de vida egoísta no qual pensamos cada qual em nós mesmos e todos apenas no nosso país?
O mito revela também uma insatisfação permanente com a vida, tal como a experimentamos: com suas imperfeições, traições, picuinhas, faltas e covardias.

Roberto DaMatta  (antropólogo).

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

ILUSÃO DO MUNDO DE SONHOS PROFUNDOS


Eu fiz um poema
Que falava de você
Mas o esqueci no fundo do meu Ser
Era de uma época em que eu era do mundo
E o meu amor vagabundo
Eu ficava ao teu lado 
E só isso já me dava um prazer profundo

Às vezes quando busco por minhas lembranças
De um passado que eu não percebia passando
Eu me vejo ainda te amando
Ingênuo e bobo como uma criança brincando

Então, o Senhor do Tempo foi me arrastando
Pelos anos, pelos caminhos e pelas estradas
Estradas e caminhos onde nossas vidas nunca se cruzavam

Durante esse tempo em que fiquei afastado de ti
Conheci uma mulher, linda e sedutora
Mas totalmente infiel
Nunca chegou a ser um amor igual ao teu
Nem sequer uma grande paixão

Dela só me lembro hoje o nome
Chamava-se Ilusão...Ilusão de alguma coisa
Acho que era Ilusão do Mundo de Sonhos Profundos

(Paulo Cesar de Oliveira - 29.01.2013)

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

A BUSCA DA FELICIDADE


Penso que a felicidade seja um estado natural do ser humano
Você nasce feliz e vai se tornando infeliz com o tempo
Na medida em que busca e deseja essa felicidade você acaba perdendo-a,deixando-a escapar pelos dedos
Pois se torna um desejo, um apego
Você a está negando, pois desconsiderou essa naturalidade
Normalmente, uma criança é feliz por natureza
Isso é totalmente Zen-Budismo
Mas eu não sou zen nem budista
De Buda eu só tenho a barriga de Bodhidharma
Mas tem gente que logo que nasce e abre os olhos fica infeliz

Mas vide esse texto abaixo de Merval Pereira
Verifique que o Brasil, segundo as pesquisas, é um dos países mais felizes do mundo
Basta essa informação para se perceber como o mundo é infeliz

Eu aprendi o segredo da felicidade
Só que é a coisa mais difícil de se praticar que conheço
São duas palavras apenas: Perdão e Gratidão
Mas isso é muito difícil, mas é o segredo
Por isso não posso dizer que sou feliz
Porque não aprendi a praticar o segredo
Mas também não posso dizer que sou infeliz
Porque conheço o segredo

Acho que existo, num intervalo entre a felicidade e a infelicidade
Você pode dizer que sou triste, melancólico, pessimista, desiludido
Mas você não pode dizer que sou infeliz
Mas o melhor mesmo é que você não diga nada
Pois me contradigo a todo momento
Mudo constantemente entre o que sou e o que penso que sou
Entre o ser e o não ser, feliz

(Paulo Cesar de Oliveira)


A Busca da Felicidade
MERVAL PEREIRA
27.1.2013 

Ao mesmo tempo em que discute os temas econômicos mais atuais, o Fórum Econômico Mundial abre espaços há alguns anos para debates paralelos, e este ano um deles se dedicou a discutir como incluir a felicidade e o bem-estar dos cidadãos na medida da prosperidade de um país, para além do tamanho do Produto Interno Bruto (PIB). Entre os debatedores, os economistas Jeffrey Sachs, da Universidade Columbia, e o Prêmio Nobel Joseph Stiglitz, além de Laura Chincilla, presidente da Costa Rica, um dos países mais felizes do mundo de acordo com pesquisas ainda incipientes sobre o tema.

O resultado dessa pesquisa, por sinal, fez Sachs ressaltar que os países escandinavos aparecem nos quatro primeiros lugares (Dinamarca, Finlândia, Noruega e Suécia), na frente de países da Europa mais ricos e dos Estados Unidos. O Brasil aparece em várias pesquisas entre os mais felizes. Mas o que faz de um país feliz?

Paul Dolan, Professor de Ciência do Comportamento da London School of Economics e Oliver Harrison, Diretor de Estratégia da Autoridade de Saúde de Abu Dhabi escreveram um artigo para o blog do Fórum Econômico Mundial onde afirmam que “uma vida boa tem que ser medida individualmente.” Há evidências científicas de que um povo mais feliz é mais saudável, produtivo e mais resistente a choques externos, como desemprego.

Não é apenas o Butão que usa a medida da felicidade. A Organização de Cooperação para o Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne os países mais desenvolvidos do mundo, está fazendo pesquisas para medir o bem-estar das populações, assim como o Reino Unido já está monitorando esse estado de espírito da população.

O economista Joseph Stiglitz diz que não sabemos ainda fazer boas medições sobre as diversas dimensões do progresso, e ele está convencido de que o PIB não é uma boa medida da felicidade do povo. O PIB pode crescer e o indivíduo não sentir o impacto na sua vida, pois o PIB per capita “é apenas uma estatística”. Ele lembra que a produtividade do setor público não é medida, nem o sentimento de insegurança, assim como diversas outras dimensões que afetam a vida das pessoas. Há pesquisas que mostram, por exemplo, que no mundo atual a conectividade é fundamental para o bem-estar das pessoas.

A Presidente da Costa Rica, Laura Chinchilla, deu um exemplo do que seu país faz para aumentar a taxa de felicidade da população. Disse que o país poderia crescer mais que os 5% do PIB que vem conseguindo em média nos últimos anos, mas que não aprofunda a exploração de recursos naturais, como petróleo e gás, para manter o meio ambiente preservado. Com relação ao trabalho, disse que não basta ter pleno emprego, mas que o número de horas trabalhadas permita tempo para o lazer e também que o número de mulheres empregadas seja proporcional á presença delas na sociedade. Empregos inseguros e baixos pagamentos não produzem trabalhadores felizes.

Jeffrey Sachs lembrou que só nos últimos 200 anos o mundo passou à fase da riqueza, e que apesar de décadas de crescimento quase não houve mudança no bem-estar. As mudanças climáticas estão acontecendo dramaticamente, ele ressaltou, e é preciso salvar a humanidade. Foi lembrado no debate que questões políticas impedem mudanças, e o exemplo do Partido Verde da Alemanha é característico disso. A tentativa de impor limites de velocidade nas autoestradas alemães, para evitar acidentes e poluir menos a atmosfera, nunca é aprovada por que a medida pode afrontar o sentimento machista dos homens alemães.

Stewart Wallis, diretor executivo da New Economics Foundation, falou dos estudos acadêmicos mais recentes sobre felicidade, mostrando que eles fazem a combinação de sentimentos de curto e longo prazos. Um deles, feito com mil estudantes entre 13 e 16, mostrou que atividades esportivas e musicais davam mais alegria do que qualquer outra coisa. Jeffrey Sachs falou sobre modelos psicológicos usados para medir o bem-estar, e citou outra pesquisa que mostrou que os piores momentos do dia são quando você se encontra com seu chefe e a volta para casa, com a dificuldade de transporte. Os melhores momentos são quando se está com os amigos e quando se faz amor.

Jeffery Sachs lembrou que a procura da felicidade é registrada desde sempre, com Buda e Aristóteles, com a busca de uma vida virtuosa e a redução do sofrimento. Alcançar a felicidade é um trabalho de longo prazo

domingo, 27 de janeiro de 2013

A MINHA VIDA PODERIA SER UM ROMANCE



Bem que eu tentei
Mas a minha vida não foi um romance
Mas também não foi uma tragédia
Se eu tivesse que defini-la,
Diria que ela foi uma comédia
Em que muitas vezes esqueci de rir

O problema é que de uns anos para cá
Comecei a buscar um sentido para a vida
E isso me deixou muito triste e melancólico
E um grande vazio tomou conta de mim
Agora não sei como sair dessa sinuca

Freqüentes pensamentos de fuga invadem minha mente
E me sinto como se fosse um transeunte
Um viajante das galáxias que perdeu o passaporte universal
E acabou retido nesse planeta
Parece que de um dia para o outro
Perdi a identidade com as coisas daqui

Alguma coisa estranha aconteceu comigo
E não sei como explicar
Escrever essas coisas, por exemplo
Quem vai ler e entender isso?
Se todas as cartas de amor são ridículas
O que dizer disso aqui?
Além de ridículo, é triste

É óbvio que eu poderia pensar positivamente
E ler mais livros de auto-ajuda
Orar e suplicar a Deus
Fazer meditação, transcender toda essa confusão
Entrar para a nova igreja que abriu na minha rua
Talvez eu devesse amar todas as coisas e todo mundo
Mas a única coisa que consigo fazer é escrever essas coisas
Que não sei, em absoluto, o que significa

Eu sei
O problema é comigo
Não é com o mundo

Mesmo assim, depois de poucas paixões, 
Uma obsessão e muitos relacionamentos e tentativas
Ainda assim, meu único amor foi a pessoa errada
Não, a pessoa certa na hora errada
Não, a pessoa certa e a hora certa
Mas eu sempre estive errado
Desde o começo até agora

Ah, se eu não tivesse essa preocupação 
E esse desejo oculto de ser feliz
Se eu pudesse ser apenas como um rio

Se eu soubesse quem eu sou
A minha vida não seria uma comédia
Seria um romance
E o amor que eu nego 
Não seria mais essa dor que carrego

(© 27.01.2013 – Paulo Cesar de Oliveira)

Deixa-me ser o que sou, 

O que sempre fui, um rio que vai fluindo…

(...)

Deixa-me fluir, passar, cantar… 

Toda a tristeza dos rios 

É não poder parar!


(Mário Quintana)

EU PASSO

Shows com efeitos pirotécnicos, drogas, álcool, brigas violentas, som muito alto, além do que o ouvido humano pode suportar, sexo à vontade, etc...O que é na verdade uma boate? Algum ritual satânico?

É que sou dos tempos dos bailes, dos Fevers, Os Incríveis, Renato e Seus Blu Caps, a Jovem Guarda, das décadas de 70 / 80 do século passado. Fui a muitos deles. Eu só me lembro que de vez em quando alguns ficavam de pilequinho com a cuba libre.

É isso ai...Sou um cara do século passado. Eu passei. Eu passo.

Se um dia eu morrer, com certeza vai ser de saudades.

NÃO ESTOU ME ADAPTANDO! NÃO VOU ME ADAPTAR!

(Paulo Cesar de Oliveira - 27.01.2013)

IGREJAS ARRECADAM R$ 20 BILHÕES NO BRASIL EM 2011

27/01/2013  | da Folha.com 

Por FLÁVIA FOREQUE de BRASÍLIA 

Em um país onde só 8% da população declaram não seguir uma religião, os templos dos mais variados cultos registraram uma arrecadação bilionária nos últimos anos. 
Apenas em 2011, arrecadaram R$ 20,6 bilhões, valor superior ao orçamento de 15 dos 24 ministérios da Esplanada --ou 90% do disponível neste ano para o Bolsa Família. 

A soma (que inclui igrejas católicas, evangélicas e demais) foi obtida pela Folha junto à Receita Federal por meio da Lei de Acesso à Informação. Ela equivale a metade do Orçamento da cidade de São Paulo e fica próxima da receita líquida de uma empresa como a TIM. 

A maior parte da arrecadação tem como origem a fé dos brasileiros: R$ 39,1 milhões foram entregues diariamente às igrejas, totalizando R$ 14,2 bilhões no ano. Além do dinheiro recebido diretamente dos fiéis (dos quais R$ 3,47 bilhões por dízimo e R$ 10,8 bilhões por doações aleatórias), também estão entre as fontes de receita, por exemplo, a venda de bens e serviços (R$ 3 bilhões) e os rendimentos com ações e aplicações (R$ 460 milhões). Sérgio Lima/Folhapress

Lucilda da Veiga paga dízimo com cartão de débito em igreja evangélica de Brasília "A igreja não é uma empresa, que vende produtos para adquirir recursos. Vive sobretudo da doação espontânea, que decorre da consciência de cristão", diz dom Raymundo Damasceno, presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). 

Entre 2006 e 2011 (último dado disponível), a arrecadação anual dos templos apresentou um crescimento real de 11,9%, segundo informações declaradas à Receita e corrigidas pela inflação. A tendência de alta foi interrompida apenas em 2009, quando, na esteira da crise financeira internacional, a economia brasileira encolheu 0,3% e a entrega de doações pesou no bolso dos fiéis. Mas, desde então, a trajetória de crescimento foi retomada. 

IMPOSTOS 

Assim como partidos políticos e sindicatos, os templos têm imunidade tributária garantida pela Constituição. "O temor é de que por meio de impostos você impeça o livre exercício das religiões", explica Luís Eduardo Schoueri, professor de direito tributário na USP. "Mas essa imunidade não afasta o poder de fiscalização do Estado." As igrejas precisam declarar anualmente a quantidade e a origem dos recursos à Receita (que mantém sob sigilo os dados de cada declarante; por isso não é possível saber números por religião). Diferentemente de uma empresa, uma organização religiosa não precisa pagar impostos sobre os ganhos ligados à sua atividade. Isso vale não só para o espaço do templo, mas para bens da igreja (como carros) e imóveis associados a suas atividades. Os recursos arrecadados são apresentados ao governo pelas igrejas identificadas como matrizes. Cada uma delas tem um CNPJ próprio e pode reunir diversas filiais. Em 2010, a Receita Federal recebeu a declaração de 41.753 matrizes ou pessoas jurídicas. 

PENTECOSTAIS 

Pelo Censo de 2010, 64,6% da população brasileira são católicos, enquanto 22,2% pertencem a religiões evangélicas. Esse segmento conquistou 16,1 milhões de fiéis em uma década. As que tiveram maior expansão foram as de origem pentecostal, como a Assembleia de Deus. "Nunca deixei de ajudar a igreja, e Deus foi só abrindo as portas para mim", diz Lucilda da Veiga, 56, resumindo os mais de 30 anos de dízimo (10% de seu salário bruto) à Assembleia de Deus que frequenta, em Brasília. "Esse dinheiro não me pertence. Eu pratico o que a Bíblia manda", justifica. 

sábado, 26 de janeiro de 2013

UNIVERSO É O TEU CORPO

Uma mulher assim
Poderia restaurar em mim
A vontade e o motivo para ainda viver por aqui
Mesmo sabendo que o tempo destruiria mas essa ilusão

Apesar de ser um espírito imortal

Nunca neguei o corpo carnal
Principalmente um corpo igual a esse
Saber da ilusão
Nunca foi o fim do meu tesão
Mas o reinício

Se já fui tanta coisa

E hoje finjo ser poeta
Não foi por escolha minha
Mas apenas uma maneira de gravar
Meus sonhos e desejos ocultos até de mim mesmo

Sonhar e desejar você nunca foi uma clara opção

Mas um forte desejo ou até mesmo uma incontrolável paixão

Se os deuses astronautas da antiguidade

Se apaixonaram e se casaram com as mulheres desse planeta
Quem sou eu, para negar e rejeitar uma buceta
Lugar onde nasci aqui nesse mundo
E aonde tantas vezes me perdi 

Eu nego qualquer pecado em mim, em ti anjo loiro

Pois a tua beleza é a prova da tua inocência,
e de Deus, a existência
E o meu tesão por ti
A prova de que ainda não estou pronto para partir


Eu poderia pedir a Deus, que é bom
Uma noite, um dia, uma semana ou até mesmo um ano
Com você numa cabana, com chuveiro e água quente
Mas tenho medo de me perder de novo
Como tantas vezes andei perdido
Nesse imenso infinito, que é esse universo,
 e o teu corpo.

( 26.01.2013 - Paulo Cesar de Oliveira)





"Se você consegue acreditar em seres humanos, então não vejo problema algum em acreditar em ET's"

 - Paulo Cesar de Oliveira, um ET entre nós.

O MISTÉRIO DO TRIÂNGULO DAS BERMUDAS

 







Ele não existe em nenhum mapa oficial e não tem como saber como podemos chegar até ele. Mas, de acordo com alguns estudiosos, o Triângulo das Bermudas é um lugar que realmente existe e onde dezenas de navios, aviões e pessoas desapareceram sem qualquer tipo de explicação racional. Desde que uma revista usou pela primeira vez a frase "Triângulo das Bermudas", em 1964, esse mistério tem atraído a atenção de todos. No entanto, ao pesquisar a maioria das casos a fundo, eles se tornam muito menos misteriosos. Geralmente os desaparecidos nunca estiveram na área do Triângulo, ou acabaram sendo encontrados ou há uma explicação razoável para o desaparecimento.
Isso quer dizer que não há nada de coerente nas alegações de que tantas pessoas tiveram experiências estranhas no Triângulo das Bermudas? Não necessariamente. Os cientistas já documentaram desvios de padrão na área e encontraram algumas formações interessantes no leito oceânico dentro da região do Triângulo das Bermudas. O que significa que para aqueles que querem acreditar, há bastante lenha para a fogueira.
Neste artigo, vamos olhar os fatos mais conhecidos deste lugar e também algumas das histórias mais contadas. Além disso, vamos explorar as teorias bizarras que falam de alienígenas e portais do espaço, além das explicações mais mundanas.
Muitos pensam no Triângulo das Bermudas, também conhecido como Triângulo do Diabo, como uma área "imaginária". O Board of Geographic Names (Comissão de Nomes Geográficos) dos EUA não reconhece a existência do Triângulo das Bermudas e não possui um arquivo oficial sobre ele. No entanto, dentro dessa área imaginária, muitos navios de verdade e as pessoas que estavam a bordo deles parecem ter desaparecido sem deixar explicações.
O Triângulo das Bermudas fica próximo à costa do Sudeste dos Estados Unidos, no Oceano Atlântico, e suas extremidades atingem as proximidades de Bermuda,  Miami, Flórida e San Juan, em Porto Rico. Ele cobre cerca de 1,295 milhão de quilômetros quadrados. A área pode ter recebido esse nome por causa de sua extremidade que fica próxima à Bermuda, que já foi conhecida como a "Ilha dos Demônios". Nas redondezas desse país, há recifes traiçoeiros que encalham barcos que navegam nas proximidades.

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Nos últimos 100 anos, o Triângulo das Bermudas foi o local onde aconteceu um número absurdo e significativamente alto de desaparecimentos inexplicáveis de aviões, navios e pessoas. Alguns relatórios dizem que até 100 navios e aviões desapareceram na área, com mais de mil vidas perdidas. A guarda costeira dos EUA, no entanto, alega que a área não tem um número incomum de incidentes.
Em 1975, Mary Margaret Fuller, editora da revista "Fate", entrou em contato com a Lloyd, de Londres, para saber as estatísticas de pagamentos de seguros por incidentes que haviam ocorrido dentro dos limites do Triângulo. Ela descobriu que, de acordo com os registros da Lloyd, 428 navios sumiram no mundo todo entre 1955 e 1975, não havendo nenhuma incidência maior de eventos no Triângulo das Bermudas do que no
resto do mundo.

Gian J. Quasar, autor de "Into the Bermuda Triangle: pursuing the truth behind the world's greates mystery" (Dentro do Triângulo das Bermudas: em busca da verdade por trás do maior mistério do mundo) e diretor do Bermuda-triangle.org, alega que esse relatório "é completamente falso". Ele diz que devido ao fato da Lloyd não segurar veículos pequenos como iates e normalmente não OfereceR  seguros para pequenos barcos alugados ou aviões particulares, seus registros não podem ser levados totalmente em consideração. Além disso, ele também diz que os registros da guarda costeira, publicados anualmente, não incluem "navios desaparecidos". Ele solicitou os dados sobre "veículos marítimos que não retornaram" e recebeu (após 12 anos solicitando) registros de 300 barcos desaparecidos/atrasados nos dois anos anteriores. E não se sabe se estes embarcações acabaram retornando. Sua página na internet possui alista destas embarcações (em inglês).
O banco de dados da NTSB (Comissão Nacional de Transportes e Segurança) indica (de acordo com Gian J. Quasar) que somente umas poucas aeronaves desapareceram sobre a costa da Nova Inglaterra nos últimos 10 anos, enquanto mais de 30 casos desses ocorreram no Triângulo das Bermudas.
O mistério do Triângulo provavelmente começou com o primeiro desaparecimento a tomar um bom espaço na mídia, em 1945, quando cinco aviões Avengers da marinha norte-americana desapareceram na área. Embora o motivo do desaparecimento originalmente tenha sido definido como "erro do piloto", os familiares do piloto que liderava a missão não aceitaram que ele havia cometido aquele tipo de erro e acabaram convencendo a marinha a mudar o veredito para "causas ou razões desconhecidas".


Muitas páginas da internet sobre o Triângulo das Bermudas incluem grandes listas de navios e aviões desaparecidos. Mas a verdade é que muitos deles não estavam nem um pouco próximos ao Triângulo quando desapareceram, ou reapareceram posteriormente com explicações perfeitamente racionais para os seus desaparecimentos. Por exemplo, o Mary Celeste, encontrado flutuando em 1872 sem nenhuma pessoa à bordo e com tudo exatamente da maneira como as pessoas tinham deixado, está em todas as listas de desaparecimentos atribuídos ao Triângulo das Bermudas. Mas a verdade é que esse incidente ocorreu a centenas de quilômetros do Triângulo.
Aqui vai uma amostra de alguns dos incidentes mais notáveis. Como você vai poder comprovar, alguns deles têm explicações razoáveis, mas ainda assim continuam sendo atribuídos aos poderes ocultos e estranhos da área.
O navio U.S.S. Cyclops, 1918
Durante a Primeira Guerra Mundial, o U.S.S. Cyclops servia na costa Leste dos EUA até 9 de janeiro de 1918. Ele havia sido designado para o Serviço de Transporte Naval. O Cyclops teria de viajar até o Brasil para reabastecer navios britânicos no Sul do oceano Atlântico. Ele partiu do Rio de Janeiro em 16 de fevereiro e, após uma rápida parada em Barbados, entre 3 e 4 de março, nunca mais foi visto. Todos as 306 pessoas, entre passageiros e tripulação, desapareceram sem deixar rastro.

Funcionários do Ministério da Marinha ficaram perdidos, já que nenhuma tempestade foi registrada na área do desaparecimento. E também não houve destroços encontrados ou pedidos de socorro transmitidos pelo equipamento potente do Cyclops. De acordo com Marshall Smith, que escreveu um artigo publicado na "Cosmopolitan", em setembro de 1973, as "teorias variavam de um mar revolto até coisas como uma explosão na caldeira que destruiu o equipamento de rádio e impediu qualquer pedido de socorro". Mas a teoria mais bizarra é a de que um polvo gigante prendeu o navio com seus tentáculos e o arrastou para o fundo do oceano.
Aviões Avengers da Marinha Americana, vôo 19, em 1945
A história mais famosa do Triângulo das Bermudas, sem dúvida, é o mistério que cerca o desaparecimento de cinco aviões Avengers da marinha em 1945. A história do vôo 19 costuma ser resumida assim: uma patrulha de rotina partiu em um dia ensolarado com cinco pilotos muito experientes. De repente, a torre começou a receber transmissões do líder do vôo alegando que estavam perdidos, que as bússolas não funcionavam e que "tudo parecia errado". Depois disso, eles nunca mais foram vistos e investigações posteriores da marinha não tiveram nenhum sucesso em explicar o incidente.

O Tenente Charles C. Taylor era quem liderava a missão, que incluía várias mudanças de rota planejadas. Os aviões partiram às 13h15 do dia 5 de dezembro de 1945. Às 15h, o tenente Robert F. Cox estava sobrevoando a cidade de Fort Lauderdale, na Flórida, quando ouviu um sinal que pensou vir de um barco ou avião em perigo. Então, ele chamou o serviço de operações da Estação Aérea da Marinha para contar o que tinha acabado de ouvir. Cox mandou Taylor viajar com o sol em direção à sua asa esquerda pela costa até que atingisse Miami. Taylor respondeu que seu grupo estava sobrevoando uma pequena ilha e que só viam mar por todos os lados. No entanto, se ele estivesse sobre os recifes da Flórida, como havia dito que estava, deveria ter visto várias ilhas e a península enos deras de vôté que acabasse o combustível, Taylor descreveu uma grande ilha para o serviço de operações da marinha. Se presumirmos que se tratava da Ilha de Andros, a maior nas Bahamas, o serviço de operações enviou diretrizes que o levariam diretamente para Fort Lauderdale. E aparentemente estas diretrizes estavam corretas, já que após terem tomado o novo rumo, a voz de Taylor começou a ficar mais forte no rádio. Mas o problema foi que Taylor não acreditou que esse rumo estivesse correto e, após alguns minutos, disse que eles não se afastaram muito do Leste. Contornaram novamente e seguiram para o Leste. Com essa manobra, as transmissões começaram a perder força como resultado de voarem na direção errada e saírem do alcance do rádio. Por razões ainda desconhecidas, Taylor ignorou o procedimento padrão de vôo que mandava  para Oeste quando estivessem sobre a água e para o Leste quando estivessem sobre o solo.
Dois hidroplanos PBM-5 dos fuzileiros navais foram fazer buscas na área, mas um explodiu logo após a decolagem. O outro não conseguiu localizar o vôo 19. Ex-pilotos interrogados por Michael McDonnel para um artigo da "Naval Aviation News", em junho de 1973, disseram que um Avenger tentando efetuar um pouso forçado sobre o mar aberto durante a noite, muito provavelmente não resistiria ao impacto. O avião provavelmente se despedaçou com o impacto e quaisquer tripulantes que tivessem sobrevivido à colisão não durariam muito na água gelada, sob fortes ventos.

Aeronave DC-3, vôo NC-16002, em 1948
Em 28 de dezembro de 1948, o capitão Robert Lindquist, do vôo NC-16002, pilotava um DC-3 em um vôo comercial de San Juan, em Porto Rico, com destino a Miami, na Flórida. Ele entrou em contato com Miami por rádio quando estava a 80 quilômetros de distância e pediu instruções de pouso. Miami respondeu passando as instruções, mas não houve mais respostas vindas do capitão Lindquist. O avião nunca chegou e nunca mais foi visto. Embora muitos relatórios afirmem que não houve problemas no rádio e que as condições climáticas eram muito boas, o relatório de investigação do acidente, feito pela Civil Aeronautics Board (Comissão de Aeronáutica Civil,) não concordou com essas informações.
De acordo com o relatório, o avião teve problemas elétricos desde o início e suas baterias precisavam ser recarregadas para que pudesse se comunicar com a torre. Mas, em vez de carregar as baterias antes da decolagem, Lindquist instruiu a equipe de terra a encher a água das baterias e substituí-las no avião. Primeiro, ele havia cancelado o vôo por causa desses problemas com a bateria e recebeu ordens para ficar em San Juan até que pudesse estabelecer contato por rádio com a torre e reconfirmar seu plano de vôo. Mas 11 minutos após a decolagem, ele entrou em contato com a torre para informar que continuaria o curso até Miami. A torre nunca recebeu essa transmissão, mas a CAA Communications em San Juan, sim. Nenhuma tentativa de entrar em contato com o vôo teve sucesso. Na última comunicação por rádio enviada pelo vôo, Lindquist disse que estavam a 80 quilômetros ao Sul de Miami.
O relatório de análise da Civil Aeronautics Board inclui a hipótese de que alguma falha no sistema elétrico fez com que o rádio e a bússola da aeronave parassem de funcionar após a última comunicação. Ela também acredita que devido ao fato do capitão Lindquist não ter se comunicado com a torre, ele não tinha como saber das mudanças no clima. A direção do vento havia mudado, o que teria feito seu avião sair cerca de 80 quilômetros da rota. E como a localização do capitão era estimada baseando-se no seu tempo de vôo, velocidade e condições climáticas, ele poderia ter saído do curso facilmente. Outro ponto que vale a pena ressaltar é que o avião tinha combustível suficiente para sete horas e meia de vôo e já tinha voado por pouco mais de seis horas quando o último contato foi feito, o que poderia ter causado sua queda no Golfo do México depois de ter ficado sem combustível. Não foram encontrados destroços, mas isso é explicado pelo fato de que o avião pode ter caído em uma área muito profunda e as evidências do acidente desapareceram rapidamente.
O S.S. Marine Sulphur Queen
O S.S. Marine Sulphur Queen era um navio-tanque que rumava para Norfolk, na Virgínia, vindo de Beaumont, no Texas, e carregava 15 mil toneladas de enxofre derretido em tanques aquecidos. Sua última comunicação aconteceu em 3 de fevereiro de 1963, quando o capitão enviou um relatório de rotina por rádio informando sua posição. Essa mensagem dizia que eles estavam próximos de Key West, no Estreito da Flórida, mas eles nunca chegaram à Virgínia.
Três dias após o relatório indicando a posição, as equipes de busca da guarda costeira encontraram um único colete salva-vidas flutuando 64 km a sudoeste da última posição conhecida do navio. É muito provável que um vazamento de enxofre tenha causado uma explosão. E o gás de enxofre poderia ter envenenado a tripulação e impedido que eles enviassem um sinal de alerta. Os tripulantes de um barco de bananas hondurenho relataram à guarda costeira que seu navio de carga entrou em uma área com um odor forte e ácido a 24 kmdo Cabo San Antonia, na extremidade Oeste de Cuba, pouco antes do amanhecer de 3 de fevereiro.
A área era conhecida por ser infestada por tubarões e barracudas, o que explicaria o fato dos corpos nunca terem sido encontrados. O U.S. Coast Guard History Archive (Arquivo histórico da guarda costeira americana) tem a seguinte lista dos itens encontrados que estavam no Sulphur Queen: dois pedaços de madeira com o nome do navio, oito coletes salva-vidas (alguns com rasgos que acreditam ter sido causados por dentes de tubarões), cinco bóias, uma camisa, um pedaço de remo, uma lata de óleo, uma lata de gasolina, uma bóia em forma de cone e uma sirene de neblina.
440º Esquadrão de Milwaukee, Avião 680, em 1965
Em uma noite clara de 1965, uma experiente tripulação de vôo que pertencia a 440º Esquadrão do comando da reserva da aeronáutica dos EUA voavam de Milwaukee, usando uma rota muito percorrida, em direção à ilha de Grand Turk, nas Bahamas. Eles pousaram conforme o cronograma na base aérea de Homestead, na Flórida, às 17h04 e permaneceram duas horas e 43 minutos no solo. A seguir, decolaram às 19h47 rumando para o Sul em direção às Bahamas, mas nunca atingiram seu destino.
Não havia nenhuma indicação de problemas e todas as comunicações de rádio aconteciam normalmente. Quando eles não pousaram, os controladores de vôo tentaram contatar o Avião 680, mas não obtiveram resposta. Somente uns poucos destroços foram encontrados e eles poderiam ter sido jogados para fora do avião de carga intencionalmente. E o estranho é que entre a tripulação havia uma equipe de manutenção experiente, o que significa que se houvesse algum problema mecânico no vôo, haveria muitas pessoas para resolvê-lo. Não houve explicação para o desaparecimento do Avião 680.

Nos dias de hoje, em que a orientação por GPS é muito utilizada, é difícil imaginar que um navio ou avião possam realmente desaparecer. Mas isso não quer dizer que não houve alguns desaparecimentos recentes atribuídos ao Triângulo das Bermudas:
  • DC-3 N407D, sumiu em 21 de setembro de 1978
  • Fighting Tiger 524, sumiu em 22 de fevereiro de 1978
  • Beechcraft N9027Q, desaparecido em 11 de fevereiro de 1980
  • Ercoupe N3808H, sumiu em 28 de junho de 1980
  • Beech Bonanza, sumiu em 5 de janeiro de 1981
  • Piper Cherokee N3527E, desaparecido em 26 de março de 1986
  • Grumman Cougar Jet, último contato realizado em 31 de outubro de 1991
  • o barco a motor Jamanic K, desaparecido quando ia de Cape Haitian para Miami, em 20 de março de 1995
  • o barco a motor Genesis, que sumiu no caminho de Port of Spain, em Trinidad, para St. Vincent, em 21 de abril de 1999
  • Cessna 210, desapareceu do radar quando ia de Freeport a Nassau, em 14 de junho de 1999
LISTAGEM DE EVENTOS (EM DESTAQUE OS MAIS MISTERIOSOS E CONHECIDOS):

1840 - Rosalie - embarcação francesa encontrada meses após o seu desaparecimento, na área do Triângulo das Bermudas, navegando com as velas recolhidas, a carga intacta, porém sem vestígios de sua tripulação.

1872 - Mary Celeste - embarcação desaparecida no mês de Novembro, com 10 tripulantes a bordo. Foi encontrado em Dezembro do mesmo ano, sem ninguém a bordo.

1880 - Atlanta - fragata britânica que desapareceu em Janeiro, com 290 pessoas a bordo.

1902 - Freya - embarcação alemã que ficou um dia desaparecida. Saiu de Manzanillo, em Cuba no dia 3 de outubro. Foi encontrada no dia seguinte, no mesmo local de onde havia saído, porém sem nenhuma pessoa a bordo: todos os tripulantes desapareceram.

1918 - Navio USS Cyclops. Foi a maior tragédia da Marinha americana fora de combate; embarcação carregada com 19.000 toneladas de aprovisionamentos para a Marinha Estadunidense, com 309 pessoas a bordo. O navio, que vinha do Rio de Janeiro, sumiu após deixar a Ilha de Barbados.Desapareceu a 4 de março em mar calmo, sem emitir aviso, mesmo dispondo de rádio. Na época ainda não se dava muita bola para a área do Triângulo.

1924 - Raifuku Maru - cargueiro japonês desaparecido. Chegou a pedir ajuda pelo rádio, mas nunca foi encontrado.

1932 - John and Mary - embarcação desaparecida em Abril. Foi encontrada posteriormente à deriva, a cerca de 80 quilômetros das ilhas Bermudas.

1940 - Gloria Colite - embarcação desaparecida em Fevereiro. Foi encontrada com tudo intacto, mas sem a tripulação.

1945 - Super Constellation - aeronave da Marinha Estadunidense desaparecida em 30 de Outubro, com 42 pessoas a bordo.

1945 - Cinco aviões Avenger - Um dos desaparecimentos mais famosos aconteceu em 5 de dezembro de 1945, quando o Vôo 19 – cinco aviões de bombardeiro da marinha Avanger – sumiram durante um exercício de treinamento - um caso para ser analisado à parte. Os 14 homens nunca mais foram vistos. Em uma das últimas transmissões, o comandante da esquadrilha disse que as bússolas não funcionavam...Sua história está no filme: Close Encounters of the Third Kind ( Contatos Imediatos de Terceiro Grau ), de Steven Spilberg, 1977, no qual a tripulação do Vôo 19 volta para a Terra em um OVNI.

1945 - Martin Mariner - hidroavião enviado na busca do Vôo 19, também desapareceu em 5 de dezembro, após 20 minutos de vôo, com 13 tripulantes a bordo.

1947 - C-54 - aeronave do Exército dos Estados Unidos, jamais foi encontrado.

1949 - Avião Star Ariel – Último contato 17 de janeiro de 1949. Esse avião de transporte sumiu com 37 pessoas a bordo quando fazia a rota Bermudas-Kingston (Jamaica). Pouco antes de desaparecer, o piloto afirmara que a visibilidade era ótima. Mais de 70 aviões e outras embarcações participaram das buscas, mas não acharam nenhum vestígio.

CONNEMARA IV - Desapareceu em setembro de 1955. Apareceu 640km distante das bermudas, também sem tripulação.

MARINE SULPHUR QUEEN - Cargueiro que desapareceu em fevereiro de 1963 sem emitir nenhum pedido de socorro.

WITCHCRAFT - Desaparecido em 24 de dezembro de 1967. Considerado um dos casos mais extraordinários do Triângulo. Tratava-se de uma embarcação que realizava cruzeiros marítimos. Estava amarrado a uma bóia em frente ao porto de Miami, Flórida, a cerca de 1600 metros do solo. Simplesmente desapareceu com sua equipe e um passageiro a bordo.

Grand Zenith - Petroleiro, afundou com pessoas e bens a bordo. Deixou uma grande mancha de petróleo que, pouco depois, também desapareceu.

Kaiyo Marus - Embarcação enviada pelo governo japonês, com o intuito de estudar o fenômeno no local, desapareceu com dezenas de cientistas a bordo, sem deixar pistas.

Um Cessna 172 é "caçado" por uma nuvem, o que resulta em funcionamento defeituoso de seus instrumentos, com conseqüente perda de posição e morte do piloto, como informaram os passageiros sobreviventes.

Um Beechcraft Bonanza voa para dentro de uma monstruosa nuvem cúmulo ao largo de Andros, perde o contato pelo rádio e logo recupera-o, quatro minutos depois, mas descobre que agora está sobre Miami, com mais vinte e cinco galões de gasolina do que deveria ter - quase exatamente a quantidade de gasolina que seria gasta pelo aparelho numa viagem Andros-Miami.

Um 727 da National Airlines fica sem radar durante dez minutos, tempo em que o piloto informa estar voando através de um leve nevoeiro. Na hora de aterrissar, descobre-se que todos os relógios a bordo e o cronômetro do avião perderam exatamente dez minutos, apesar de uma verificação da hora cerca de trinta minutos antes da aterrissagem.

Um avião da Eastern Airlines sofre uma tremenda sacudidela, uma perda de altitude, e aterrissa em local não programado. Tripulantes e passageiros verificam que seus relógios pararam na hora aproximada da sacudidela, e a fuselagem do avião mostra indícios de ter sofrido os efeitos de uma rajada de intenso calor ou eletricidade, capaz de derretê-la.

Um membro da tripulação do Queen Elisabeth II vê um avião em rota de colisão com seu navio, mas aquele desaparece no mar como se este se abrisse para ele.

Uma grande "Lua Nascente" emerge do oceano, sendo observada pelo pessoal da USS Josephus Daniels, destróier; o navio é forçado a mudar de curso e o diário de bordo é apreendido no porto.

TEORIAS
Muitas teorias foram dadas para explicar o extraordinário mistério.

TEMPESTADES SÚBITAS E RÁPIDAS - As águas quentes são propícias para a fformação súbita de tempestades. A área está sujeita a tempestades e mudanças climáticas violentas e inesperadas. Isso ode provocar ondas gigantes, como a que naufragou o USS Memphis, em 1916, matando 40 marinheiros. Já observaram ondas de até 30 metros de altura. Essas tempestades curtas e intensas podem se desenvolver e dissipar tão rapidamente que nem chegam a ser detectadas pelos satélites, formando trombas d'água capazes de destruir facilmente um avião ou navio passando pela área. Uma tromba d'água nada mais é do que um tornado que ocorre no mar e puxa a água da superfície do oceano até milhares de metros de altura. Também existem relatos de furações na região desde 1502. A Corrente do Golfo, onde o Triângulo se localiza, é extremamente rápida e turbulenta, podendo criar condições extremamente difíceis para a navegação, Já foi relatado que essa corrente pode se mover a velocidades superiores a 8 km/h em algumas áreas, o que é suficiente para desviar o curso de barcos em várias centenas de quilômetros se os tripulantes não fizerem a compensação correta. Outra coisa que essa velocidade de corrente pode fazer é limpar rapidamente qualquer evidência de um desastre. ! Destroços seriam arrastados para as profundezas do oceano com a ajuda da poderosa corrente do Golfo, uma das mais fortes correntes marítimas do mundo. Uma das explicações para a falta de vestígios dos aviões e navios desaparecidos é que a região possui abismos oceânicos, como a fossa de Porto Rico, que tem 8.648 m de profundidade. Como a área é uma das mais usadas por pilotos e marinheiros amadores, há uma probabilidade maior de ocorrerem acidentes e desaparecimentos. Mas tal teoria não esclarece os incidentes com aeronaves em tempo bom e com visibilidade total do horizonte.

Efeito da irregularidade da superfície do mar na Corrente do Golfo,  captado pelo satélite Terra, da NASA, em 8 de abril de 2004.

ANOMALIA MAGNÉTICA – Uma das possíveis explicações para estes fenômenos são os distúrbios no campo magnético da Terra nesta região. Há uma diferença ente o Pólo norte magnético e o Pólo Norte geográfico da terra que pode chegar a 200. Uma das teorias para explicar as tragédias no Triângulo é que lá essa diferença entre os pólos sumiria, desorientando quem passa pela região. E pior, como os navios e aviões estariam fora de rota, ninguém saberia onde procurá-los, o que explicaria a falta de destroços.

LIBERAÇÃO DE GÁS METANO DO FUNDO DO OCEANO - Uma explicação para o misterioso desaparecimento de navios inteiros poderia ser as grandes bolsas de gás que são comuns no leito do mar nesta área. Quando o gás sobe para a superfície, ele dissolve na água, diminuindo a flutuação e causando o naufrágio de navios. Mas isso não explica os incidentes aéreos...

ABDUÇÕES E INTERCEPTAÇÕES EXTRATERRESTRES - Por se tratar de uma das áreas com a maior incidência de aparições de ÓVNIS (Objetos Voadores Não-Identificados) e OSNIS (Objetos Submersos Não-Identificados), não se admira que as abduções alienígenas tenham se tornado uma explicação popular para os desaparecimentos ocorridos no Triângulo das Bermudas.

PORTAIS DIMENSIONAIS - Vórtices da quarta dimensão (naturais ou artificiais – supostamente criados por formas inteligentes alienígenas) que entraria em funcionamento por alguns minutos apenas algumas vezes por ano. Nesses períodos, quem estivesse passando pelo lugar seria engolido pelo portal... Na região das Ilhas Bermudas existem muitos buracos azuis, que são literalmente buracos no solo oceânico. Encontrados em águas rasas, eles são escuros porque atingem de 100 a200 metros de profundidade. Algumas pessoas pensam que os buracos azuis podem ter relação com (ou mesmo ser formados por) pontes de Einstein-Rosen (buracos de minhoca) que acreditam existir na área. Acredita-se até mesmo que eles sejam pontos de transporte para OVNIs vindos de outras dimensões. Para alguns místicos tais buracos seriam um portal que suga para outras dimensões aviões e navios que estejam passando por ali.

TÚNEL DO TEMPO – O pai da teoria, Bruce Gernon, diz que viu os instrumentos de seu avião endoidar duas vezes sobrevoando o Triângulo. Isso ocorria quando ele entrava numa misteriosa nuvem em forma de túnel. Ao sair dela, Bruce diz que havia percorrido um trajeto que levaria 75 minutos em 47 minutos. Ou seja, a estranha nuvem causaria falhas no espaço-tempo.

RUÍNAS DE ATLÂNTIDA – O famoso paranormal Edgar Cayce disse que a Atlântida já possuía muitas das tecnologias que julgamos modernas, incluindo uma arma letal de raios que teria destruído a cidade, ainda de acordo com Edgar. Há até os que dizem que os habitantes de lá eram uma raça alienígena proveniente do aglomerado estelar das Plêiades. Cayce previu que pesquisadores descobririam o limite ocidental da Atlântida perto da costa de Bimini, nas Bahamas, e eles realmente encontraram uma "estrada" de pedras no local em 1968, conhecido como "Estrada de Bimini". Não demorou para surgir a teoria de que cristais misteriosos nas ruínas da Atlântida teriam o poder de fazer aviões e navios sumir.

A "Estrada de Bimini", ou "Pedras de Atlântida", uma formação rochosa na costa da Ilha de Bimini, nas Bahamas. Síndrome do pânico na população sem motivo aparente.
E segundo uma das revelações a ele atribuídas nas anotações às margens do livro de Jessup - precisamente no capítulo dedicado ao Triângulo das Bermudas, e talvez a mais espantosa de todas - Existiriam ali CIDADES SUBMARINAS E BASES edificadas por dois grupos de criaturas extraterrestres, de raças distintas, cujos codinomes nos meios militares e de segurança seriam: LM e SM - sendo que os SM seriam hostis e se constituiriam perigosos inimigos da espécie humana!!! E muito obviamente se as autoridades queriam a todo custo "caçar" o misterioso Sr. Allende é a prova de que ele decididamente não estava brincando e que, de fato, sabia demais - muito mais do que deveria! Morris Jessup escrevera que "Uma fonte confiável de força motriz é a chave que falta para o desenvolvimento da humanidade. E até que a humanidade decubra alguma coisa mais confiável, a força bruta dos foguetes estará presa à Terra assim como uma criança atada à saia da mãe. E essa força que falta é a utilização do campo gravitacional universal - A mesma empregada pelos UFOs"! Jessup também afirmava que o nosso planeta já havia recebido a visita de alienígenas nos tempos pré-históricos e até testemunhado a aplicação desse tipo de energia no remoto passado. O motivo, porém, da convocação de Jessup a um órgão de segurança militar foi exatamente o fato de que um dos seus livros anteriores (The Case for The Ufo) chegara repentina e anonimamente pelo correio, endereçado a uma alta patente da Marinha. Este livro estava repleto de anotações feitas nas margens de cada página, complementando com incrível precisão científica e técnica os parágrafos de Jessup e revelando não só todos os detalhes secretos e os desastrosos efeitos do Experimento Filadélfia, como também contendo fantásticas descrições sobre a tecnologia dos OVNI....
o governo russo liberou para a imprensa daquele pais documentos militares com relatórios militares relacionado a ovnis, no caso da russia, grande parte dos relatórios se referem a encontros de navios e submarinos militares com OSNIS, já que as naves estavam submersas

"O veterano da inteligência da Marinha russa, Primeiro Capitão, Igor Barklay afirma que: "Os OVNIs oceânicos aparecem onde existem concentrações de frotas da OTAN. Próximo das Bahamas, Bermudas, Porto Rico. São mais freqüentemente vistos na parte mais profunda do Oceano Atlântico, na parte sul do Triângulo das Bermudas e no mar do Caribe. De acordo com alguns especialistas na área de Porto Rico, há uma base OVNI subaquática".
"Outro local onde muitas pessoas vêem OVNIs, é perto do Lago Baikal, na Rússia, o mais profundo lago de água doce no mundo. Marinheiros tem constantemente visto nas profundezas, luzes como holofotes, piscando como um 'flash' de solda elétrica. Foram vistos cilindros ou discos prata e luminosos, que emanam raios de luz na água. Em um caso, de 1982, um grupo de mergulhadores militares, viram na profundidade do lago Baikal um grupo de criaturas humanóides, vestidas com trajes prateados", assegura Barklay.
O encontro ocorreu em uma profundidade de cerca de 50 metros e os mergulhadores tentaram capturar os estranhos. "Três dos sete homens morreram, enquanto quatro outros ficaram gravemente feridos"



Os registros liberados pelos militares russos remontam ao período em que um grupo especial da Marinha recolheu relatos de incidentes inexplicáveis, entregues por submarinos e navios de guerra. O grupo foi liderado pelo vice-capitão da Marinha, almirante Nikolay Smirnov, e muitos documentos revelam casos de possíveis encontros com OVNIS, afirma o site.
Vladimir Azhazha, um ex-oficial da Marinha e famoso ufólogo afirma que o material divulgado é de grande valor. "Cerca de 50% dos encontros com OVNIS estão relacionados com os oceanos. Quinze por cento com os lagos. Então, os OVNIS preferem a água. "Ele relatou.
 Em uma ocasião um submarino nuclear, que estava em missão de combate no Pacífico, avistou mais de seis objetos desconhecidos submersos. Depois que a tripulação não pode se livrar de seus perseguidores com manobras, o comandante ordenou que emergissem. Os objetos seguiram o exemplo, elevaram-se no ar, e voaram longe.
CIDADES SUBMARINAS
E segundo uma das revelações a ele atribuídas nas anotações às margens do livro de Jessup - precisamente no capítulo dedicado ao Triângulo das Bermudas, e talvez a mais espantosa de todas - Existiriam ali CIDADES SUBMARINAS E BASES edificadas por dois grupos de criaturas extraterrestres, de raças distintas, cujos codinomes nos meios militares e de segurança seriam: LM e SM - sendo que os SM seriam hostis e se constituiriam perigosos inimigos da espécie humana!!! E muito obviamente se as autoridades queriam a todo custo "caçar" o misterioso Sr. Allende é a prova de que ele decididamente não estava brincando e que, de fato, sabia demais - muito mais do que deveria! Morris Jessup escrevera que "Uma fonte confiável de força motriz é a chave que falta para o desenvolvimento da humanidade. E até que a humanidade decubra alguma coisa mais confiável, a força bruta dos foguetes estará presa à Terra assim como uma criança atada à saia da mãe. E essa força que falta é a utilização do campo gravitacional universal - A mesma empregada pelos UFOs"! Jessup também afirmava que o nosso planeta já havia recebido a visita de alienígenas nos tempos pré-históricos e até testemunhado a aplicação desse tipo de energia no remoto passado. O motivo, porém, da convocação de Jessup a um órgão de segurança militar foi exatamente o fato de que um dos seus livros anteriores (The Case for The Ufo) chegara repentina e anonimamente pelo correio, endereçado a uma alta patente da Marinha. Este livro estava repleto de anotações feitas nas margens de cada página, complementando com incrível precisão científica e técnica os parágrafos de Jessup e revelando não só todos os detalhes secretos e os desastrosos efeitos do Experimento Filadélfia, como também contendo fantásticas descrições sobre a tecnologia dos OVNI....
fontes: http://rt.com/news/russian-navy-ufo-records-say-aliens-love-oceans/

http://svpressa.ru/issue/news.php?id=11385





Almarans, guardiães da Besta.

Estes seres do abismo que tem uma cidade chave no Triângulo das Bermudas, onde abduziram milhares de pessoas para roubar suas almas, estão invadindo a terra como entrante, roubando corpos humanos, criando corpos hibridos ou por possessão. Eles preparam o reino da besta do abismo sobre a terra.
O livro das Lamentações de Jeremias fala neles.

Os seus nobres eram mais puros do que a neve, mais brancos do que o leite, mais vermelhos de corpo do que os rubis, e mais polidos do que a safira.
Lamentações 4:7

Brancos, brancos mesmo, palidez cadavérica é uma caracteristica desta raça alienigena ligada ao planeta Venus, ao ler sobre isso e sobre rubis e safiras lembrei a passagem de Lucifer antes da queda. A queda de Lucifer está ligada diretamente aos Almarans, pois estes seres vieram como ultima base de Venus e Lucifer pelos misticos e considerado de Estrela da Alva, planeta Venus e queda de Venus assim como os Almarans. Esta passagem de Lamentações versa sobre Israel, mas por alegoria fala nos anjos caidos de Lucifer, pois foram eles que induziram Israel e outras nações a rebelião.
O destino deles está ligado pois fazem parte de um mesmo povo, de uma mesma raça de anjos caidos.

Eles agora preparam o controle da terra e por isso a besta do abismo é considerada a besta do mar, lembrando a cidade submarina do Triângulo das Bermudas e a do Triângulo do Dragão no Japão.
Quando João se pos sobre a areia da praia ao ver esta besta estava também observando a invasão dela na terra, não apenas do Maitreya, seu regente principal, mas também a invasão destes seres que estão controlando os destinos do planeta através de ordens ocultas.
Saiba mais sobre este grande segredo.

Fonte:
Retirado na íntegra do site:
http://br.geocities.com/lumini_enigmas/LUMINI_ENIGMAS_E_MISTERIOS_ARQUIVOS/Triangulo_das_Bermudas.html
Lee Ann Obringer.  "HowStuffWorks - Como funciona o Triângulo das Bermudas".  Publicado em 02 de agosto de 2006  (atualizado em 30 de julho de 2007) http://ciencia.hsw.com.br/triangulo-das-bermudas.htm  (10 de agosto de 2007)
UFO, TRIÂNGULO DAS BERMUDAS E ATLÂNTIDA –
Peter Nobile - Cia. Melhoramentos